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Quadros Shidon Soares

Published at 20:29 in ,



Versos: http://shidon.zip.net
De quem eu gosto/música: http://myspace.com/shidonsoares
Para brincar de celebridade:http://twitter.com/shidon
Para completar o cardápio: http://facebook.com/shidon


Sobremesa ou sobrecarga: e-mail/msn: shidon@bol.com.br

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ZINHO TRINDADE

Published at 20:28 in ,

Eu quero maracatucar

Quero num maracatu gemer

o meu sofrer secular

é um lamento bonito

que vai pro infinito

ao calunga

de Yemanjá...

Eu não quero envelhecer

Eu não quero escravidão

Eu quero juventude e liberdade

Eu quero é maracatucar.

Meu maracatu é da coroa imperial

É de Pernanbuco, ele é da casa real.

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RENATO PALMARES

Published at 20:28 in ,

O pequeno homem soterrado

25 toneladas!
25 mil quilos soterram o pequeno homem de sonhos minúsculos,
Porém, grandes demais pro tamanho de seu mundo
250 quilômetros andou em círculo o pequeno homem até seu túmulo
Nunca levou um golpe de sorte em toda sua vida o pequeno homem
Mas em um só dia de Sol a Sol e 24.250 golpes o levaram.
Sobre ele, sete palmos de terra e vinte cinco toneladas de álcool que não embriaga
E açúcar que não adoça.
Vinte cinco toneladas de cana soterram o pequeno homem de sonhos tão minúsculos
Que eram invisíveis aos olhos do dono das toneladas.

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SERGINHO POETA

Published at 20:27 in ,

Meu Espaço

Tenho, cá, o meu espaço

Poucos sabem que existo

Mas no pedaço que me foi designado

Sou amado, ou no mínimo bem quisto

Sou um privilegiado

Porque tenho um ganha pão

Já troquei a madeira por tijolo

E, minha casa, já não chamam barracão

Planto sorrisos pra colher tranqüilidade

E nesse canto da cidade que mal falam por aí

Ponho a cama na varanda

E na ciranda do tempo

Eu me mexo devagar

Pois, chegar, eu já cheguei

Se pro mundo eu não sou nada

Aqui, me sinto um rei

(primeiro poema recitado em público)

FABIANA (recitando Serginho Poeta)

Sou Destro

Sou destro

De pé, de mão e de resto

Principalmente de pensamento

E embora minha certidão de nascimento

Não ateste tal debilidade

No ato da criação

Meu cérebro foi dotado

Somente pela metade

Na parte direita

Onde cabe a emoção

E o que importa?

O fato é que isso ninguém aceita

Senão como incapacidade

Poderia eu bater à porta

De todas as empresas dessa cidade

Que, como poeta

Jamais teria a carteira assinada

Para o critério dos RHs

Poeta não vale nada

Sou franco

Meu poema é mera franquia

Do que chamam sentimento

Um filme em preto e branco

Um plágio

Meu coração é um instrumento

Guardado numa caixa escrito frágil

Mas tais sentimentalidades

Me levam ao extremo

Nos rios de lágrimas que derramo

Lanço meu barco sem remo

Sou levado ao meu legado e não reclamo

Da vida a mim destinada

Pois sendo eu poeta

Não almejo ser mais nada

Sou anônimo

Poeta é meu único pseudônimo

Não tenho meu nome em dourado

Gravado na capa de um livro, em relevo

Mas não é por isso que eu vivo

Tampouco que escrevo

Tal fato a arte não me cobra

Portanto não me seduz

Quem quiser ter minha obra

Posso dar poemas crus

Escritos à mão e à caneta esferográfica

Não me agrada ver minhas letras

Impressas por frias peças tipográficas

Te escrevo quantos poemas julgar preciso

Noite adentro, madrugada afora

Materializo seu sentimento

Se antes não for embora

Mas, por bem, então te aviso

Enxugue depois as suas lágrimas

Conheço bem estas lástimas

Também sofri tal desventura

Mas continuo vivendo

E talvez seja este o preço

Que tenho a pagar, criatura

Não quer ser apenas mais um

Em meio a tantos

Simplesmente uma partícula

Ter a vida separada da miséria

Por uma mísera película

Entretanto

Se aborda uma jangada

Assim tão naufragável

Encante-se com o mar ao seu redor

Não torne seu viver tão miserável.

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LUAN LUANDO

Published at 20:27 in ,

Traição

O Sr. Revolver

Encontrou a dona bala

Nos braços

Nos peito

No coração de um desconhecido

... vagabunda.

Ministério

O ministério da minha saúde adverte beber coca-cola é prejudicial a pé, cabeça, coluna, coração e a tudo que pode se furar com balas de guerra.

Ao persistir os sintomas o poder popular deverá ser consultado.

Revolta

Volto para a fila do hospital,

Revolto e volto que me revolta.

A fome volta e revolta,

A enchente volta,

As mortes e os destroços revoltam,

Essas voltas, revolta e reviravolta.

Me revolta

Mocambo

(refrão 2x)
salve...maloqueiro, mocambeiro, brasileiro
salve...mocambeiro, brasileiro, maloqueiro
salve...brasileiro, maloqueiro, mocambeiro
rimo por amor não pelo dinheiro.

nesta luta não estamos só
ouça nossa voz
que patrão o que, vamos trabalhar pra nós
olha que visão
maldita alienação
quer servi o patrão
caixa de Pandora, caverna de Platão
por isso que eu mocambo, que cambo, que sambo
sou poeta deverás
negros jacobinos, panteras
construindo o poder popular
do socialismo, libertário, palmarino, periférico

descendentes malês muçulmanos
negros Bolivarianos
nos mocambos latino americanos
proclamando a união das quebradas
a internacional favelada.

A enchente veio, alago,lago
levo, mato
a lama fico.
Depois a gente lava
com o livro começou
com livro que isso acaba
salve Lila guerreira nagô
que nos quilombos literário falo
vontade de terreiro mocambado de palmeiras
de troca idéia com as tiazinha da fera
vontade de mim estudar
no cabelos,nos pés, mãos
nos olhos, nas tranças, nas danças
vontade de reler a história no curso das veia
periferia é minha telha
minha teia
a burguesia que se foda
vaguei os livros me sujei com a merda toda
não preciso ler sua patifaria
tenho minha própria academia
olha só
é tempestade cultural
é edições toró
a arte aqui ferveu
as vozes negras clariô


(refrão 2x)
salve...maloqueiro,mocambeiro,brasileiro
salve...mocambeiro,brasileiro,maloqueiro
salve...brasileiro,maloqueiro,mocambeiro
rimo por amor não pelo dinheiro.

Na direita a escopeta
na esquerda a caneta

vamos pra treta
teatro do oprimido
Augusto Boal, valeu Lona preta
a terra é de todos
a terra é pra todos
MTST, a luta é pra valer
salve Helena sem teto, diva de tróia
nesse ciclo incandescente

negra, mulher,brasileira chapa quente
essa mina que eu falo
é como Frida Calo
Dandara do corre
negâ do porre
mulher de pele preta
que corre atrás das letras
como Carolina Maria de Jesus
ouvindo Veja a Luz
salve...salve Clementina de Jesus
por isso que mocambo,que cambo, que sambo
sou sujeito bamba
toca essa macumba
arrepia essa zabumba
a lua daqui é mais bela
arte feito angu, caldo de feijão
jogamos na panela
é maloqueiro, é malungueiro, é macambeiro
é de terreiro , é brasileiro
ouvindo Bezerra da silva e Jackson do pandeiro
sou Arlequim desta terra
pode vim que eu tô Briguela.
Calos pretes, Bertold Brecht
Ernesto tche Guevara
Chico Mendes,Osvaldão
Lamarca, Mariguela

palavras libertárias
Huey Newton, Mumia abu Jamal, Mandela
sou poeta menino
como capitão virgulino
ser mau com os maus
Malcom X
eu sou assim, Luiza amahin
da tribo tupi
mas você nego, ser negô, ser nagô
se nego, senagal, der legal.
Mas negô nego buiu
se afirmo Zulu
guerreiro é mais um
como Cândido em sequestro
do cargueiros das trevas
iça a vela, pega o livro lê e leva
isso nunca falha, no batuque da alfalha
influenciado por Elis Regina,Sabotagem, Tim Maia

(refrão 2x)
salve...maloqueiro,mocambeiro,brasileiro
salve...mocambeiro,brasileiro,maloqueiro
salve...brasileiro,maloqueiro,mocambeiro
rimo por amor não pelo dinheiro.

ocupai, ocupai, ocupai
para o pai,para o filho,para a mãe
ocupai, com preta lona
no agudo da sanfona
influenciado por, Chico Buarque, Luiz Gonzaga e Racionais
reforma agraria urbana a gente é que faz
o estudo favelado tem que ser completo
Guimarães rosa ,patativa do assaré, João Cabral de mello neto
por que ...nordestino soul
preto soul, bleck power soul,
é som , soul da favela
do povo latino afro-ameríndia
é o poder popular
de Canudos e Palmares
terra de Conselheiro, terra de Ganga Zumba
bumba... meu boi, ciranda,coco,maracátu,cacuriá,
isso é nossa escola
empino pipa e jongo bala
e nesse jongo,sou vetikongo,sou do kongo
mas play boy vem,
com tche Guevara no peito
e naki no pé
pergunto qual é.
quer colar pra somar
cuidado quando vim

favela é assim.
é foda ,já que periferia é moda
se está pensando que é Disney Lândia
está perdido no mapa
cato papelão amasso lata
que são os sucessores de Zapata

(refrão 2x)
salve...maloqueiro,mocambeiro,brasileiro
salve...mocambeiro,brasileiro,maloqueiro
salve...brasileiro,maloqueiro,mocambeiro
rimo por amor não pelo dinheiro.

são mil treta
poucos trutas
mina e manos
os que ficam são espartanos
preparado para arregaço
o que eu falo, eu faço
se rap é compromisso
cadê nóis vocês
e rima pros gays
sei o que sei o que sei
eles são homens
por dizerem que são gay
rap é compromisso arte é movimento
são vários elementos
é trafego, é trafico de informação
chama os malungos camarada
as FARC da quebrada
eu não julgo ninguém
cada um joga com as quarta quem tem
do veneno fiz coringa, joguei pros boy
não jogaram pra nóis
a trinxeira
a riqueza verso a dor
eu versador
não sou presa, nem predador.
Luto pra afirma a cor
pra afirma valor
luto pelo preto amor
liberdade para raça
identidade para a cor
seja ela qual for, seja ela qual for
não pago de Cinderelo, não pago de Cinderela
sô mais ser um umbi na favela
do que um escravo na novela
América deixa de chora
as veias estão abertas
tá tudo de perna pro ar
a luta continua não podemos parar
o sangue estanca
a ferida cura
expedición donde miras
eu vou pra lá
caminhar conhecer novos varal
é guerrilha cultural
palavras de um poeta
americano... do sul da América
essa é a forca da literatura periférica.

Prólogo com P

Peço proteção

Peço protagonismo pra periferia

Presa? Predador? Pode Para!

Periferia preparada Panteras

Propósito popularizar propriedade

Positivo produção pão.

Parar privatização pessoas

Por praças, parques,praias

Preciso.

Pensamentos primitivos

Prédios, pilares , pirâmide

Patrões,políticos, policia

Poderosos patrocinando

Presídios,porradas,pobreza

Podre

Políticos para planalto

Produzindo plebiscito por propina

Pressão popular

passeatas, protesto, placas, postesia

Paulinho produzindo poesia

Paisagem perfeita

predestinada pro povo

Pomares paneladas,peladas,pipa,peões,pagode

Propósito pátria popular Palmares

Perigo! padre, pastores, políticos,policias

Perigo! Poltronas, programas, pipocas passividade

Pretérito perseguições

Presente punições

Porra! Pêra

Príncipe pra propaganda patético

plebeu produzindo poesia

Preta pichain Pilar

Pensamentos poéticos

preciso

Perpetuação participação perférica

Poder para povo preto

Poder para povo pobre

Poder popular

Poder popular.

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BRUNA RIBEIRO

Published at 20:26 in ,

Mulher com P
Passado perverso pesa!
Para Paulas, Priscilas, Patrícias...
Passado, patrimônio particular papai
Presente, propriedade privada parceiros
Passando para patrão.
Pátria, patriarcal, pelourinho perpétuo,
Pancadas, panélas, padrões, preconceitos
Pelas paredes, prédios, poses, peitos, posições patéticas
Pelas pontes, pivetes prosseguem pedindo pão
Pelas pistas, patricinhas prosseguem pedindo primeira pagina playboy
Pura palhaçada!
Possuimos pensamentos próprios, personalidades, projetos
Perguntamos pra que perpetuar preconceitos, padrões perversos?
Posso parecer polêmica, porém, privatizaram pessoas, prostituiram pensamentos.
Perua, puta, patroa, pantera, potranca: passatempo!
Palavras pesadas, patrocinadas pelo passado perverso
Porém, prosseguimos protestando...
Pedros, Paulos, Pablos podem participar
Prosseguimos protestando pelo Paquistão, por Porto Alegre e pelo Pirajussara
Pedindo paz para a pátria, punição pros poderosos, pão pros pequenos, pétalas, poder popular,
Prosseguimos pedindo principalmente...
Poesia pra periferia.

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BINHO

Published at 20:25 in ,

Identidade

Desventrei de minha mãe

Em uma América Latina

E aqui estou eu

No meio de um ser tão

Desenvolvido de absurdos

E pouco correspondido

Nós que éramos tão pobres de lugares

De destino tão de outras pessoas

De vontades tão distantes das nossas

Suportamos nossos sertões calados

Por mais urbanados que somos e sejamos

Meu céu é de outro mundo

Sou um sujeito de intempéries

Fazendo os sentimentos mais inalterados

Se acotovelarem

Todo dia eu me jogo um pouco fora

Mas um pouco da gente sempre espirra nos outros

Eu me não quero mais

Eu me não quero mais

Pelos nadas desse mundo

Quero sim

Algo que fique quieto em mim

Apaziguando o pão que o diabo amassou

Dentro dos ruins da gente

Chega a cansar à alma

Do osso

Quero ver como me encontrar

Se eu não em perder

Mas em uns de mim quero estar

E essa lonjura toda

Pertencente às Américas

Deve de caber-me

Deve de Caber-me

Deve de caber-me

Triste Aliança

Um Paraguai enviuvado

Mantido resistente guarani

Devolvendo a guerra que lutou

Via free-shop

Um Brasil ao sul-balterno

E no comando um duque de caixões

A mando de uma inglaterra felis, de longe, mas happyssima

Um Uruguai gigante desfronteirado

Esparramando pampas

Uma rival Argentina, arquiniamiga

A trindade derrotando Solano e os seus

E mandando antepassados de Solano Trindade

Pra Cerro Corá e fronteiras adjacentes

Em busca de sangue e alforrias

Um Chile distante cortante

Pacífico, ainda não pinochetizado

Mentiras e verdades que já ganharam práticas

Nas costas nas cordas

Cordilheiras chicoteantes

Quero mais saber demais

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ALLAN DA ROSA

Published at 20:24 in ,

Pontas da Ponte

Madruga, no busão espremer bagaças, se quebrar.

Pingar graxa, raiva e dividas. Pregado.

Movimentos estropiados, contando minutos até o dia 5.

Registrado no avental da produção. Amuado.

Manhãzinha de domingo, caminhonete estrumbada.

Suar, arriar, trombar, correr, se quebrar.

Terra e inchaço na caneleira.

Fintas inéditas e volta da várzea gargalhando.

Carregar, descascar, picar, enxaguar, se queimar

Melar as mechas arrumadas ontem no salão

Cheiro de alho e revolta nos dedos.

Injuriada, na cozinha da madame.

Carregar, depenar, misturar, se cortar, decorar.

Encaracolar na fronte fios de Sol e pimeta.

A unha do esmalte novo partir.

Orgulhosa, altiva, na cozinha do santo.

Cansa os pés, incha as pernas, levanata, abaixa

Lingeiro com a esquina, de onde vem o rapa

Melodia do pregão, vendendo passes de trem e trólebus

Garganta cansada, recolhe o material, pula o muros com as tralhas

Se dobra e dança mas não desvia do cassetete

Força os braços, apruma na ponta do pé, sobe, abaixa.

Esperto na mandinga, foi mas não foi.

Harmonia na bateria, o cantador o corrido

Desarma berimbau, arame fere dedo, rouca será a madrugada

Costela pêga, resvalada. Abraço no fim do jogo. Axé.



Licença

Peço licença pra versar

Rimar a dor, rimar cariho

Sou guerreiro da palavra

Nesse chão de tanto espinho

Passarinho quer voar

Mas também gosta do ninho

O mundo é grande, é mar, é ar

Homem que é pequenininho.

Nossa arte não se engana

É irmã da liberdade

Nessas rodas mandigueiras

Cultivando a amizade

O versado é soberano

Ritmado é majestade

Semente que lavra o peito

E depois flora saudade.

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SHIDON SOARES

Published at 20:21 in ,

Negra

Eu abri em mim as portas do século XXI

E sou o que guarda as coisas do passado

Engavetado entre papéis, chicotes

Alfarrábios que contém 2, 3, 4 milhões

Não foi nenhum nem dois

Foram milhões

E meu coração arde a culpa dos degredados

Dos sem pai, dos sem mãe, dos sem irmãos

Dos separados dos outros

Arde em mim a culpa e a dor dos que foram atados

As mãos presas a um destino

Cruel espólio de si mesmo

E de tudo quanto, à força, ficou para trás

Adeus Mama África

O horizonte descobrindo novos montes

Brasil tapete verde de cana e caldo de sangue

A pele preta dos pretos presos pregada nas argolas

Grilhões e correntes que ainda retinem na memória do tempo

Esse disco impagável que gira e move

O mundo o sol as estrelas

E eu que busco um guia nesta escuridão

Para que talvez eu possa compreender

Afinal

- O que é Consciência Negra?